Edição anual
Divulgado pelo INEP em 22/09/2025. Retrato de 2.561 instituições e das matrículas de graduação em todo o Brasil, cruzando os 221 indicadores disponíveis nas tabelas de curso e de instituição.
Todos os números desta página: Censo da Educação Superior 2024 (INEP), extraídos via BigQuery (basedosdados), tabelas "curso" e "ies"
Antes dos gráficos, a leitura: o que este Censo muda na decisão de quem capta, converte, precifica e retém
De cada 3 calouros de 2024, 2 entraram em EAD e a maioria tem 25 anos ou mais. O público que decide matrícula hoje é o adulto que estuda depois do expediente, compara opções no celular e é disputado por marcas nacionais. Quem ainda planeja captação como correria de edital está falando com um aluno que não é mais o majoritário.
Ver o perfil de quem entra ↓Foram 23,7 milhões de vagas para 15,7 milhões de inscritos: sobra oferta, falta conversão. Dos que se inscreveram, menos de 1 em cada 3 virou ingressante. Nesse cenário, o resultado comercial não vem de abrir mais vaga e sim de operar o funil: resposta rápida, acompanhamento de cada inscrito e recuperação de quem parou no meio.
Ver o funil de ingresso ↓A bolsa da própria instituição financia 2,45 milhões de matrículas; o Fies, 156 mil. O subsídio público saiu do centro e o desconto comercial virou a principal alavanca de acesso, só que agora ele sai do caixa da IES. Precificar bolsa deixou de ser tática de campanha e virou decisão de margem, curso a curso.
Ver financiamento e cotas ↓Enquanto 5 milhões entraram em 2024, 3,5 milhões perderam o vínculo e outros 1,8 milhão trancaram. O sistema forma 1,3 milhão por ano. A conta é dura: a maior perda de alunos e de receita acontece depois da matrícula, dentro de casa, onde dado de engajamento e rotina de acompanhamento fazem mais diferença que qualquer campanha.
Ver vínculo e permanência ↓01 · Visão geral
As mesmas matrículas, vistas por quem mantém a instituição e por onde o aluno está.
Alterne para cruzar com a modalidade
Leitura do dado
O Brasil fechou 2024 com 2.561 instituições de ensino superior: 289 públicas (122 federais, 139 estaduais e 28 municipais) e 2.272 privadas. A rede pública nunca teve tantas instituições na série iniciada em 2009, quando eram 245. Já a rede privada encolhe em quantidade desde o pico de 2019: eram 2.327 instituições, hoje são 2.272. No mesmo período, as matrículas privadas subiram de 6,5 milhões para 8,2 milhões.
Menos instituições com mais alunos: essa é a consolidação do setor em uma frase. A categoria que sustenta o sistema é a privada com fins lucrativos, com 62,3% de todas as matrículas do país, mais que o triplo de todas as públicas somadas. Para quem capta, o recado é direto: a concorrência se concentrou em grupos maiores, com marca, mídia e operação centralizadas, e é nesse tabuleiro que cada matrícula é disputada.
Entre os ingressantes o EAD já é 66,8%: quem entra hoje, entra majoritariamente a distância
Leitura do dado
2024 é o primeiro ano da série histórica em que o ensino a distância supera o presencial: 50,7% das 10,2 milhões de matrículas de graduação. A velocidade impressiona: o EAD respondia por 14,0% em 2009 e por 35,8% em 2020. Entre os ingressantes de 2024 a fatia já é de 66,8%, ou seja, de cada três alunos que entram no ensino superior, dois entram a distância.
O fenômeno tem endereço: 85,9% de todas as matrículas EAD do país estão na rede privada com fins lucrativos, enquanto na rede federal o presencial ainda representa 93,1%. Ler modalidade sem cruzar com categoria administrativa é ler metade da história.
Participação no total de matrículas de graduação
Leitura do dado
O Sudeste concentra 44,2% das matrículas de graduação do Brasil, mais que Nordeste e Sul somados. Mas o mapa muda quando o recorte muda: o Sul é a região que mais estuda a distância, com 57,6% das matrículas em EAD, e o Nordeste é a mais pública, com 26,5% das matrículas em instituições públicas, mais de uma vez e meia a fatia do Sul (17,0%).
Na prática, são jogos diferentes de captação: no Sul e no Sudeste a disputa é puxada pelo EAD e pelos grandes grupos nacionais; no Nordeste o presencial ainda é maioria (56,0%) e a rede pública define uma parte relevante do mercado. Campanha nacional com uma régua só ignora essas diferenças.
Navegue como num aplicativo de mapa: role para dar zoom, arraste para mover, clique num estado para abrir os municípios
O ranking muda com a métrica: o RJ ultrapassa MG em ingressantes (454,7 mil contra 445,4 mil) mesmo com menos matrículas, sinal de uma base que renova mais rápido. O Censo ainda registra 2.580 matrículas em cursos de IES brasileiras no exterior, fora do mapa.
Contorno geográfico do IBGE (biblioteca open source mapa-brasil, MIT)
02 · Perfil de quem entra
Sexo, turno, idade e cor/raça: cruzamentos que a tabela "curso" já traz prontos por ano.
2.994.997 mulheres e 2.015.616 homens: o feminino é 59,77% de ingressantes. Feminino e masculino são as 2 únicas categorias que o Censo coleta para sexo
Só vale para o presencial (EAD não tem turno); o INEP funde matutino e vespertino em "diurno"
Cruze população e modalidade para ver quem é o aluno de cada mercado
56,9% de quem entra somando as duas modalidades tem 25 anos ou mais
Leitura do dado
A idade de quem estuda depende de onde se olha. No presencial, 69,1% dos ingressantes de 2024 têm entre 18 e 24 anos: é o campus clássico, que recebe o aluno direto do ensino médio. No EAD a lógica inverte: 70,0% de quem entra tem 25 anos ou mais, e a faixa de 40 a 49 anos (15,7% dos ingressantes) é maior que a de 30 a 34. São dois mercados distintos dividindo a mesma estatística nacional.
Quem conclui é ainda mais adulto: 68,0% dos concluintes de 2024 têm 25 anos ou mais, e no EAD são 84,0%. Persona de campanha, canal e mensagem não podem tratar "o universitário" como um jovem de 20 anos: mais da metade do mercado não é.
03 · Cursos e áreas
Os maiores cursos do país e as 11 áreas de conhecimento, na CINE Brasil: Classificação Internacional Normalizada da Educação (padrão INEP/Unesco) que dá nome único a cursos e áreas harmonizada pela basedosdados para toda a série.
Os maiores cursos em matrículas
Combine modalidade e área de conhecimento: o ranking mostra os 15 primeiros do recorte escolhido
| Curso | Matrículas | Ingressantes | Concluintes | Vagas | % EAD |
|---|---|---|---|---|---|
| Pedagogia | 887.695 | 431.141 | 103.474 | 1.139.144 | 82,6% |
| Administração | 653.126 | 334.310 | 76.938 | 1.125.221 | 67,1% |
| Direito | 652.996 | 225.048 | 98.326 | 502.144 | A modalidade a distância não é autorizada pelo MEC para graduações como Direito, Medicina e Psicologia. Os registros EAD deste curso em 2024 são nulos ou residuais. |
| Enfermagem | 478.008 | 199.858 | 54.476 | 493.859 | 42,6% |
| Sistemas de informação | 420.479 | 252.078 | 61.827 | 810.261 | 62,5% |
| Psicologia | 375.574 | 138.551 | 49.065 | 276.799 | A modalidade a distância não é autorizada pelo MEC para graduações como Direito, Medicina e Psicologia. Os registros EAD deste curso em 2024 são nulos ou residuais. |
| Contabilidade | 322.837 | 157.757 | 41.829 | 717.209 | 67,0% |
| Educação física | 303.939 | 156.794 | 32.458 | 410.172 | 74,5% |
| Medicina | 283.594 | 60.366 | 38.501 | 67.894 | A modalidade a distância não é autorizada pelo MEC para graduações como Direito, Medicina e Psicologia. Os registros EAD deste curso em 2024 são nulos ou residuais. |
| Fisioterapia | 227.223 | 98.366 | 24.425 | 436.661 | 36,6% |
| Farmácia | 226.992 | 96.369 | 24.144 | 417.010 | 46,1% |
| Gestão de pessoas | 221.319 | 155.145 | 47.465 | 647.693 | 89,6% |
| Biomedicina | 202.323 | 115.090 | 20.015 | 383.445 | 48,3% |
| Nutrição | 191.376 | 98.233 | 22.419 | 390.057 | 53,5% |
| Engenharia civil | 166.889 | 68.261 | 22.650 | 429.710 | 36,2% |
Cada modalidade tem seu líder: no presencial é o Direito (653 mil); no EAD, a Pedagogia (733 mil). Marketing e Logística só aparecem no ranking do EAD, e a Enfermagem EAD já tem 204 mil matrículas com apenas 11 mil concluintes, sinal de uma modalidade que explodiu há pouco. E onde aparece "sem EAD" (Direito, Medicina, Psicologia), não é preferência do aluno: o MEC não autoriza a modalidade a distância para essas graduações
Medicina é o único gigante onde vaga é escassa: 67,9 mil vagas para 283,6 mil matrículas. Nos demais, a oferta sobra: Pedagogia tem 1,14 milhão de vagas para 431 mil ingressantes
As 11 áreas gerais da classificação CINE/Unesco · clique numa área para ver seus maiores cursos na tabela acima
04 · Como entraram
Da vaga ofertada ao aluno matriculado, e o instrumento de seleção usado em cada ingresso.
Números reais de 2024: 23.665.419 vagas, 15.723.085 inscritos, 5.010.613 ingressantes
Como cada ingressante chegou até a vaga, no recorte escolhido (passe o mouse sobre as barras)
"Vestibular" domina porque inclui os processos seletivos próprios e contínuos das grandes redes de EAD, não só o vestibular clássico de sala
Leitura do dado
O caminho até a vaga muda de figura conforme a rede. Na pública, o Enem é o principal instrumento (42,0% dos ingressos), praticamente empatado com o vestibular (40,5%). Na privada, o vestibular responde por 67,6%, com uma ressalva importante: aí dentro estão os processos seletivos próprios e contínuos das grandes redes de EAD, em que a prova é online e a aprovação sai em horas.
No recorte por modalidade a diferença fica explícita: no presencial o Enem ainda leva 29,3% dos ingressos; no EAD, 9,6%. Para captação, isso muda o calendário: o presencial vive de janelas (Enem, Sisu, vestibular de verão), o EAD capta o ano inteiro.
05 · Financiamento e cotas
Matrículas, 2024 · 30,0% têm algum financiamento ou bolsa
A bolsa da própria instituição (2,45 milhões de matrículas) é quase 16 vezes o Fies (155.560). O "financiamento estudantil" de 2024 é, na prática, o desconto comercial da IES: exatamente o território do Discount Rate
Leitura do dado
Dos 10,2 milhões de matriculados, 30,0% estudam com algum financiamento ou bolsa, e a origem dessa ajuda mudou de mãos: a bolsa ou desconto da própria instituição atende 2,45 milhões de matrículas, quase 16 vezes o Fies (155,6 mil). O programa que já foi o motor do setor virou coadjuvante.
O recorte por modalidade conta o resto da história: o Fies praticamente não existe no EAD (544 matrículas no país inteiro), enquanto 1 em cada 3 matrículas EAD tem bolsa da própria IES. Traduzindo para a gestão: no EAD, o "financiamento estudantil" é o desconto comercial, e administrar Discount Rate virou função de receita, não de filantropia.
Ingressantes, 2024 · 171.335 entraram por alguma cota (3,4%)
Portas de entrada de quem entrou por cota
As portas se sobrepõem: um aluno pode entrar por mais de uma
Leitura do dado
A reserva de vaga é, na prática, um instrumento da rede pública: dos 171,3 mil ingressantes por cota em 2024, 169,4 mil entraram em instituições públicas e apenas 2,0 mil na rede privada. Dentro da rede pública, porém, o peso é enorme: as cotas respondem por 29,4% de todos os ingressos. A porta mais usada é a da escola pública (132,9 mil), seguida da renda familiar (58,1 mil), e as categorias se sobrepõem: um mesmo aluno pode contar em mais de uma.
Um cuidado de leitura: a cota étnico-racial não tem valor reportado na base de 2024, então o total oficial subestima o alcance real da política. Para uma IES privada, o dado ajuda a entender contra quem se disputa o aluno de baixa renda: a principal concorrente não é outra privada, é a vaga gratuita e reservada da rede pública.
06 · Docentes e instituições
Vem da tabela "ies" (por instituição, não por curso).
374.501 docentes em exercício em todas as categorias
Leitura do dado
O corpo docente é onde a diferença entre categorias administrativas fica mais visível. Na rede federal, 76,7% dos docentes em exercício têm doutorado e 93,7% trabalham em tempo integral. Na privada com fins lucrativos, 30,2% têm doutorado e um terço (32,6%) é horista. Não é um julgamento de qualidade de ensino, mas é outro produto acadêmico, com outra estrutura de custo.
Para o gestor, esse dado explica preços e margens: o custo docente por matrícula da federal e o da grande rede privada vivem em planetas diferentes. E ajuda a ler o próprio mercado de trabalho acadêmico: dos 374,5 mil docentes em exercício, a rede privada emprega metade, mas o regime integral se concentra na pública.
Entre os ingressantes, 59,8% são mulheres; entre os docentes, a maioria ainda é masculina
Leitura do dado
As duas estatísticas contam a mesma transformação por ângulos diferentes. A relação de 27,3 matrículas por docente era de 17,6 em 2009: as matrículas cresceram 71% no período e o corpo docente, cerca de 10%. É o EAD, com turmas que escalam sem depender de sala e de professor por turma, que torna essa conta possível, e é por isso que o custo docente por aluno das grandes redes cai enquanto o do presencial clássico não tem de onde ceder.
Já o retrato de gênero inverte o do corpo discente: 52,2% dos docentes são homens, enquanto 59,5% das matrículas são de mulheres. A maioria feminina que domina a graduação ainda não chegou ao outro lado da sala de aula.
07 · Inclusão e vínculo
Quantos alunos cada registro alcança, sobre o total de matrículas
Barras em escala real sobre o total de matrículas do ano
Entradas e saídas registradas em 2024, no recorte escolhido
O balde furado em um número: enquanto 5,0 milhões entraram em 2024, 3,5 milhões perderam o vínculo no mesmo ano. É por isso que a matrícula total cresce devagar mesmo com ingresso recorde
Leitura do dado
Enquanto 5,0 milhões entraram em 2024, 3,5 milhões perderam o vínculo e 1,8 milhão trancaram no mesmo ano. E a saída tem modalidade: no EAD, 28,4% da base do ano terminou desvinculada, quase o dobro do presencial (14,8%). Na rede pública, a perda é de 12,2%; na privada, 24,7%.
O balde furado não fura igual em todo lugar. A mesma máquina de captação contínua que faz o EAD crescer também gira alunos numa velocidade que o presencial não conhece, e cada ponto de desvinculação a menos vale mais receita que muita campanha de captação. Permanência é o mercado interno de cada IES.
08 · Série 2009-2024
A mesma tabela em todas as páginas de ano: o que muda é a linha destacada. Sob cada valor, a variação sobre o ano anterior.
| Ano | Vagas | Inscritos | Ingressantes | Matrículas | Concluintes |
|---|---|---|---|---|---|
| 2009 | 4.754.894início da série | 6.925.597 | 2.081.382 | 5.985.873 | 967.558 |
| 2010 | 4.784.620↑ 0,6% | 7.423.215↑ 7,2% | 2.196.822↑ 5,5% | 6.407.733↑ 7,0% | 980.662↑ 1,4% |
| 2011 | 4.474.331↓ 6,5% | 9.990.381↑ 34,6% | 2.359.409↑ 7,4% | 6.765.540↑ 5,6% | 1.022.711↑ 4,3% |
| 2012 | 4.672.668↑ 4,4% | 11.986.045↑ 20,0% | 2.756.773↑ 16,8% | 7.058.084↑ 4,3% | 1.056.069↑ 3,3% |
| 2013 | 5.875.381↑ 25,7% | 13.884.047↑ 15,8% | 2.749.803↓ 0,3% | 7.322.964↑ 3,8% | 994.812↓ 5,8% |
| 2014 | 8.110.893↑ 38,0% | 16.392.497↑ 18,1% | 3.114.510↑ 13,3% | 7.839.765↑ 7,1% | 1.030.520↑ 3,6% |
| 2015 | 8.553.929↑ 5,5% | 16.686.523↑ 1,8% | 2.922.400↓ 6,2% | 8.033.574↑ 2,5% | 1.152.458↑ 11,8% |
| 2016 | 10.676.134↑ 24,8% | 16.908.258↑ 1,3% | 2.986.636↑ 2,2% | 8.052.254↑ 0,2% | 1.170.960↑ 1,6% |
| 2017 | 10.793.807↑ 1,1% | 17.616.175↑ 4,2% | 3.226.906↑ 8,0% | 8.290.911↑ 3,0% | 1.201.145↑ 2,6% |
| 2018 | 13.533.580↑ 25,4% | 17.215.507↓ 2,3% | 3.446.328↑ 6,8% | 8.451.748↑ 1,9% | 1.264.778↑ 5,3% |
| 2019 | 16.428.847↑ 21,4% | 20.081.058↑ 16,6% | 3.633.644↑ 5,4% | 8.604.526↑ 1,8% | 1.250.239↓ 1,1% |
| 2020 | 19.629.072↑ 19,5% | 20.101.685↑ 0,1% | 3.765.669↑ 3,6% | 8.680.945↑ 0,9% | 1.278.755↑ 2,3% |
| 2021 | 22.679.062↑ 15,5% | 15.120.827↓ 24,8% | 3.945.091↑ 4,8% | 8.987.120↑ 3,5% | 1.327.325↑ 3,8% |
| 2022 | 22.830.485↑ 0,7% | 16.987.688↑ 12,3% | 4.756.957↑ 20,6% | 9.444.116↑ 5,1% | 1.287.635↓ 3,0% |
| 2023 | 24.687.130↑ 8,1% | 14.576.590↓ 14,2% | 4.994.192↑ 5,0% | 9.977.217↑ 5,6% | 1.374.789↑ 6,8% |
| 2024 | 23.665.419↓ 4,1% | 15.723.085↑ 7,9% | 5.010.613↑ 0,3% | 10.227.266↑ 2,5% | 1.333.988↓ 3,0% |
Valores do BigQuery (basedosdados) para consistência entre todas as colunas; a coluna "rede" da fonte tem lacuna conhecida em 2013
09 · Trajetória por coorte
O INEP acompanha coortes de ingresso por até dez anos. A jornada completa da turma de 2015, com recortes por rede e modalidade, está na página de 2015; o retrato mais recente da trajetória está na edição 2024.
Em 2024 o INEP reordenou as colunas geográficas da planilha (o código do estado passou a vir antes do nome do estado). Os números não mudaram, só a posição das colunas. É exatamente o tipo de ruptura que este painel sinaliza automaticamente, para ninguém comparar ano a ano por engano.
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Fonte: Censo da Educação Superior 2024, INEP/MEC. Microdados agregados via BigQuery (dataset público basedosdados), tabelas "curso" e "ies", consultados em 30/08/2026. Série harmonizada pela basedosdados; totais de 2024 validados contra o Resumo Técnico oficial do INEP.