Edição anual
Retrato de 2.595 instituições e 9.444.116 matrículas de graduação em todo o Brasil. É o ano em que os ingressantes saltaram 20,6% e 65,2% deles entraram a distância.
Todos os números desta página: Censo da Educação Superior 2022 (INEP), extraídos via BigQuery (basedosdados), tabelas "curso" e "ies"
Antes dos gráficos, a leitura: o que este Censo muda na decisão de quem capta, converte, precifica e retém
Em 2022, 65,2% dos ingressantes entraram a distância e 55,8% de quem entra tem 25 anos ou mais. O calouro típico já não é o jovem que sai do ensino médio direto para o campus: é o adulto que estuda depois do expediente e compara opções no celular. A campanha que fala só com o vestibulando de 18 anos ignora a maior parte do mercado. Persona, canal e mensagem precisam partir desse retrato, não do estereótipo.
Ver o perfil de quem entra ↓Os ingressantes saltaram 20,6% em um ano: de 3.945.091 para 4.756.957. Só que foram 22.830.485 vagas ofertadas para esses ingressos, quase 5 vagas para cada matrícula nova. Em mercado com oferta sobrando, o resultado não vem de abrir mais vaga e sim de operar o funil: resposta rápida, acompanhamento de cada inscrito e recuperação de quem parou no meio. O crescimento de 2022 premiou operação, não sorte.
Ver o funil de ingresso ↓A bolsa ou desconto da própria instituição financia 2.186.222 matrículas; o Fies, 169.005: quase 13 vezes menos. O subsídio público saiu do centro e o desconto comercial virou a principal alavanca de acesso, só que agora ele sai do caixa da IES. No EAD, o Fies praticamente não existe (88 matrículas no país inteiro). Precificar bolsa deixou de ser tática de campanha e virou decisão de margem, curso a curso.
Ver financiamento e cotas ↓Enquanto 4.756.957 alunos entraram em 2022, 3.008.953 perderam o vínculo e outros 1.838.199 trancaram no mesmo ano. O sistema formou 1.287.635, e os concluintes caíram 3,0% mesmo com ingresso em alta. A maior perda de alunos e de receita acontece depois da matrícula, dentro de casa. Dado de engajamento e rotina de acompanhamento seguram mais receita que qualquer campanha de captação.
Ver vínculo e permanência ↓01 · Visão geral
As mesmas matrículas, vistas por quem mantém a instituição e por onde o aluno está.
Alterne para cruzar com a modalidade
Leitura do dado
O Brasil fechou 2022 com 2.595 instituições e 9.444.116 matrículas de graduação, e a leitura por mantenedora mostra um sistema concentrado: a privada com fins lucrativos responde por 59,6% das matrículas (5.632.854), mais que o dobro das três redes públicas somadas (21,6%, entre federal, estadual e municipal). A privada sem fins fica com 18,4% (1.734.509) e a federal, maior rede pública, com 14,2% (1.344.836).
O cruzamento com a modalidade mostra que categoria administrativa é quase um destino: na privada com fins, 66,2% das matrículas são EAD (3.726.875); na federal, 94,5% são presenciais (1.270.894). Desde 2009, quando o sistema tinha 5.985.873 matrículas, o crescimento foi capturado sobretudo pelo modelo privado e a distância. Entender contra quem se compete começa por saber em qual desses tabuleiros a IES joga.
Entre os ingressantes o EAD já é 65,2%: o estoque de matrículas ainda é presencial (54,1%), mas quem entra, entra a distância
Leitura do dado
Em 2022 o presencial ainda é a maioria do estoque: 54,1% das matrículas (5.113.182) contra 45,9% do EAD (4.330.934). Mas o fluxo de entrada conta outra história: 65,2% dos ingressantes do ano entraram a distância. O estoque é presencial; o fluxo é EAD, e é o fluxo que define o futuro da base.
Ler modalidade sem cruzar com categoria é ler metade da história: 86,1% de todas as matrículas EAD do país estão na privada com fins lucrativos, enquanto a federal segue 94,5% presencial. Para quem capta no presencial, a concorrência relevante é regional, de campus; para quem capta em EAD, a disputa é nacional, contra redes com marca, mídia e operação centralizadas.
Participação no total de matrículas de graduação
Leitura do dado
O Sudeste concentra 43,6% das matrículas de graduação (4.115.186), mais do que Nordeste (21,3%) e Sul (17,7%) somados. Mas o recorte muda o mapa: o Sul é a região que mais estuda a distância, com 54,8% das matrículas em EAD, e o Nordeste é a mais pública, com 29,8% das matrículas em instituições públicas, mais de uma vez e meia a fatia do Sul (17,8%).
Norte e Centro-Oeste, com 8,5% e 9,0% das matrículas, têm perfil próprio: quase metade das matrículas do Norte já é EAD (49,7%) e a rede pública pesa nas duas regiões (24,8% e 23,0%). Campanha nacional com uma régua só erra em todas: cada região combina modalidade, rede e concorrência de um jeito diferente, e o investimento de mídia deveria seguir essa combinação, não a média nacional.
Navegue como num aplicativo de mapa: role para dar zoom, arraste para mover, clique num estado para abrir os municípios
O recorte muda o mapa: o Sul é a região que mais estuda a distância (54,8% das matrículas em EAD) e o Nordeste é a mais pública (29,8% em IES públicas)
Contorno geográfico do IBGE (biblioteca open source mapa-brasil, MIT)
02 · Perfil de quem entra
Sexo, turno, idade e cor/raça: cruzamentos que a tabela "curso" já traz prontos por ano.
2.840.645 mulheres e 1.916.312 homens: o feminino é 59,72% de ingressantes. Feminino e masculino são as 2 únicas categorias que o Censo coleta para sexo
Só vale para o presencial (EAD não tem turno); o INEP funde matutino e vespertino em "diurno"
Cruze população e modalidade para ver quem é o aluno de cada mercado
55,8% de quem entra somando as duas modalidades tem 25 anos ou mais
Leitura do dado
Somando as modalidades, 55,8% de quem entrou em 2022 tem 25 anos ou mais; a faixa de 18 a 24 anos, o chamado aluno tradicional, é 43,9% dos ingressantes. A média, porém, esconde dois mercados: no presencial, 68,3% dos ingressantes têm de 18 a 24 anos; no EAD, 68,9% têm 25 ou mais.
Quem conclui é ainda mais adulto: 66,0% dos concluintes do ano têm 25 anos ou mais e, no EAD, 85,5%. Para o gestor, a consequência é prática: jornada de decisão, objeção e canal do adulto que trabalha não têm nada a ver com as do vestibulando, e cada campanha precisa escolher com qual dos dois públicos está falando.
03 · Cursos e áreas
Os maiores cursos do país e as 11 áreas de conhecimento, na CINE Brasil: Classificação Internacional Normalizada da Educação (padrão INEP/Unesco) que dá nome único a cursos e áreas harmonizada pela basedosdados para toda a série.
Os maiores cursos em matrículas
Combine modalidade e área de conhecimento: o ranking mostra os 15 primeiros do recorte escolhido
| Curso | Matrículas | Ingressantes | Concluintes | Vagas | % EAD |
|---|---|---|---|---|---|
| Pedagogia | 821.864 | 420.436 | 151.613 | 1.035.775 | 79,1% |
| Direito | 671.726 | 223.571 | 111.937 | 506.092 | A modalidade a distância não é autorizada pelo MEC para graduações como Direito, Medicina e Psicologia. Os registros EAD deste curso em 2022 são nulos ou residuais. |
| Administração | 638.789 | 342.334 | 79.749 | 1.069.076 | 61,6% |
| Enfermagem | 457.968 | 241.283 | 51.348 | 498.027 | 37,9% |
| Contabilidade | 327.499 | 156.773 | 45.644 | 723.514 | 61,4% |
| Psicologia | 314.543 | 123.668 | 39.033 | 266.927 | 0,8% |
| Sistemas de informação | 308.850 | 220.700 | 36.335 | 698.980 | 61,0% |
| Educação física | 254.383 | 130.055 | 31.394 | 469.697 | 67,5% |
| Medicina | 245.501 | 53.226 | 25.535 | 58.708 | A modalidade a distância não é autorizada pelo MEC para graduações como Direito, Medicina e Psicologia. Os registros EAD deste curso em 2022 são nulos ou residuais. |
| Gestão de pessoas | 209.766 | 159.861 | 38.683 | 702.322 | 88,3% |
| Fisioterapia | 199.960 | 92.951 | 26.306 | 548.538 | 26,3% |
| Farmácia | 192.080 | 87.341 | 23.495 | 417.346 | 32,6% |
| Engenharia civil | 184.784 | 68.396 | 31.883 | 445.619 | 24,0% |
| Nutrição | 167.784 | 87.570 | 22.334 | 458.291 | 42,6% |
| Biomedicina | 157.157 | 99.848 | 15.294 | 361.864 | 44,1% |
Pedagogia lidera com 821.864 matrículas, 79,1% delas a distância (650.164): o maior curso do país é, na prática, um curso EAD
Direito (671.726) é o oposto: praticamente todo presencial (671.672) e primeiro do ranking da modalidade
Medicina só aparece no recorte presencial (245.501 matrículas): seleção, preço e concorrência de um mercado à parte
As 11 áreas gerais da classificação CINE/Unesco · clique numa área para ver seus maiores cursos na tabela acima
04 · Como entraram
Da vaga ofertada ao aluno matriculado, e o instrumento de seleção usado em cada ingresso.
Foram 22.830.485 vagas ofertadas para 4.756.957 ingressantes em 2022: quase 5 vagas para cada matrícula nova. Oferta não é o gargalo; conversão é
Como cada ingressante chegou até a vaga, no recorte escolhido (passe o mouse sobre as barras)
O vestibular domina com 66,1% porque inclui os processos seletivos próprios e contínuos das redes de EAD; na rede pública, o instrumento principal é o Enem (46,6%)
Leitura do dado
O vestibular respondeu por 66,1% dos ingressos de 2022 (3.144.145), mas o rótulo engana: aí dentro estão os processos seletivos próprios e contínuos das redes de EAD, onde a fatia chega a 73,5%. O Enem levou 16,3% dos ingressos no total, com pesos muito diferentes por recorte: 30,3% no presencial e 8,8% no EAD.
Na rede pública a lógica inverte: o Enem é o principal instrumento (46,6% dos ingressos), à frente do vestibular (39,8%); na privada, o vestibular domina com 69,4%. Para o calendário comercial, a leitura é direta: presencial e rede pública vivem de janelas (Enem, vestibular de verão), enquanto o EAD capta o ano inteiro, com prova online e seleção simplificada (9,8% dos ingressos da modalidade).
05 · Financiamento e cotas
Matrículas, 2022 · 30,0% têm algum financiamento ou bolsa
A bolsa da própria IES (2.186.222 matrículas) é quase 13 vezes o Fies (169.005). No EAD, o Fies são 88 matrículas no país inteiro
Leitura do dado
Das matrículas de 2022, 30,0% estudam com algum financiamento ou bolsa, e a origem dessa ajuda já mudou de mãos: a bolsa ou desconto da própria instituição atende 2.186.222 matrículas (23,1% do total), quase 13 vezes o Fies (169.005). O Prouni integral soma 370.642 matrículas e o parcial, 81.028.
O recorte por modalidade conta o resto: no EAD, 37,8% das matrículas têm alguma ajuda, quase toda em bolsa da própria IES (35,0%, 1.514.052 matrículas), e o Fies na modalidade são 88 matrículas no país inteiro. Traduzindo para a gestão: o financiamento estudantil de 2022 é, na prática, o desconto comercial, e administrar esse desconto (o Discount Rate) virou função de receita, decidida curso a curso.
Ingressantes, 2022 · 132.758 entraram por alguma cota (2,8%)
Portas de entrada de quem entrou por cota
As portas se sobrepõem: um aluno pode entrar por mais de uma
Leitura do dado
Em 2022, 2,8% dos ingressantes entraram por alguma reserva de vaga: 132.758 pessoas. A porta mais usada é a da escola pública (112.803, presente em 85,0% dos cotistas), seguida da étnico-racial (63.925, ou 48,2%) e da renda familiar (50.220, ou 37,8%). As portas se sobrepõem: um mesmo aluno pode entrar por mais de uma, por isso a soma passa do total.
Para a IES privada, o dado ajuda a mapear a concorrência real pelo aluno de baixa renda: parte relevante desse público disputa a vaga gratuita e reservada, e a mensalidade com bolsa compete com a gratuidade, não com outra mensalidade. Ignorar a política de reserva de vagas na análise de mercado é subestimar um concorrente que não faz campanha.
06 · Docentes e instituições
Vem da tabela "ies" (por instituição, não por curso).
362.116 docentes em exercício em todas as categorias
Leitura do dado
O Brasil tinha 362.116 docentes em exercício em 2022, mais da metade com doutorado (51,5%) e um terço com mestrado (33,8%). A média, porém, esconde estruturas muito diferentes: na rede federal, 75,6% dos 121.155 docentes têm doutorado e 93,7% trabalham em tempo integral; na privada com fins lucrativos, 30,4% dos 97.633 têm doutorado, 44,1% estão em tempo parcial e 29,6% são horistas.
Não é um julgamento de qualidade de ensino: são produtos acadêmicos diferentes, com estruturas de custo diferentes. O custo docente por matrícula da federal e o da grande rede privada vivem em planetas distintos, e é essa distância que explica boa parte da formação de preço do setor. Comparar mensalidade sem comparar estrutura docente é comparar produtos diferentes.
São 26,1 matrículas por docente em exercício (eram 17,6 em 2009), e 52,7% dos docentes são homens: o inverso do corpo discente, 58,9% feminino
Leitura do dado
A relação de 26,1 matrículas por docente em exercício era de 17,6 em 2009: o sistema cresceu de aluno muito mais rápido do que de professor. É a escala do EAD que torna essa conta possível, com turmas que crescem sem depender de sala e de um professor por turma, e é por isso que o custo docente por aluno das grandes redes cai enquanto o do presencial clássico não tem de onde ceder.
O outro retrato é o de gênero: 52,7% dos docentes são homens (47,3% mulheres), enquanto 58,9% do corpo discente é feminino. A maioria de mulheres que domina a graduação ainda não chegou ao outro lado da sala de aula.
07 · Inclusão e vínculo
Quantos alunos cada registro alcança, sobre o total de matrículas
Barras em escala real sobre o total de matrículas do ano
Entradas e saídas registradas em 2022, no recorte escolhido
O balde furado em números de 2022: 4.756.957 entraram e 3.008.953 perderam o vínculo no mesmo ano. 20,9% da base terminou desvinculada
Leitura do dado
Em 2022, 4.756.957 alunos entraram e 3.008.953 perderam o vínculo no mesmo ano; outros 1.838.199 trancaram e 106.868 se transferiram. No total, 20,9% da base do ano terminou desvinculada. É por isso que a matrícula total cresce 5,1% mesmo com ingresso 20,6% maior: o balde enche mais rápido, mas segue furado.
E o furo tem endereço: no EAD, 26,2% da base terminou desvinculada, contra 15,5% do presencial; na rede privada, 22,9%, quase o dobro da pública (12,6%). A mesma máquina de captação contínua que faz o EAD crescer também gira alunos numa velocidade que o presencial não conhece. Permanência é o mercado interno de cada IES, e cada ponto de desvinculação a menos vale mais receita que muita campanha de captação.
08 · Série 2009-2024
A mesma tabela em todas as páginas de ano: o que muda é a linha destacada. Sob cada valor, a variação sobre o ano anterior.
| Ano | Vagas | Inscritos | Ingressantes | Matrículas | Concluintes |
|---|---|---|---|---|---|
| 2009 | 4.754.894início da série | 6.925.597 | 2.081.382 | 5.985.873 | 967.558 |
| 2010 | 4.784.620↑ 0,6% | 7.423.215↑ 7,2% | 2.196.822↑ 5,5% | 6.407.733↑ 7,0% | 980.662↑ 1,4% |
| 2011 | 4.474.331↓ 6,5% | 9.990.381↑ 34,6% | 2.359.409↑ 7,4% | 6.765.540↑ 5,6% | 1.022.711↑ 4,3% |
| 2012 | 4.672.668↑ 4,4% | 11.986.045↑ 20,0% | 2.756.773↑ 16,8% | 7.058.084↑ 4,3% | 1.056.069↑ 3,3% |
| 2013 | 5.875.381↑ 25,7% | 13.884.047↑ 15,8% | 2.749.803↓ 0,3% | 7.322.964↑ 3,8% | 994.812↓ 5,8% |
| 2014 | 8.110.893↑ 38,0% | 16.392.497↑ 18,1% | 3.114.510↑ 13,3% | 7.839.765↑ 7,1% | 1.030.520↑ 3,6% |
| 2015 | 8.553.929↑ 5,5% | 16.686.523↑ 1,8% | 2.922.400↓ 6,2% | 8.033.574↑ 2,5% | 1.152.458↑ 11,8% |
| 2016 | 10.676.134↑ 24,8% | 16.908.258↑ 1,3% | 2.986.636↑ 2,2% | 8.052.254↑ 0,2% | 1.170.960↑ 1,6% |
| 2017 | 10.793.807↑ 1,1% | 17.616.175↑ 4,2% | 3.226.906↑ 8,0% | 8.290.911↑ 3,0% | 1.201.145↑ 2,6% |
| 2018 | 13.533.580↑ 25,4% | 17.215.507↓ 2,3% | 3.446.328↑ 6,8% | 8.451.748↑ 1,9% | 1.264.778↑ 5,3% |
| 2019 | 16.428.847↑ 21,4% | 20.081.058↑ 16,6% | 3.633.644↑ 5,4% | 8.604.526↑ 1,8% | 1.250.239↓ 1,1% |
| 2020 | 19.629.072↑ 19,5% | 20.101.685↑ 0,1% | 3.765.669↑ 3,6% | 8.680.945↑ 0,9% | 1.278.755↑ 2,3% |
| 2021 | 22.679.062↑ 15,5% | 15.120.827↓ 24,8% | 3.945.091↑ 4,8% | 8.987.120↑ 3,5% | 1.327.325↑ 3,8% |
| 2022 | 22.830.485↑ 0,7% | 16.987.688↑ 12,3% | 4.756.957↑ 20,6% | 9.444.116↑ 5,1% | 1.287.635↓ 3,0% |
| 2023 | 24.687.130↑ 8,1% | 14.576.590↓ 14,2% | 4.994.192↑ 5,0% | 9.977.217↑ 5,6% | 1.374.789↑ 6,8% |
| 2024 | 23.665.419↓ 4,1% | 15.723.085↑ 7,9% | 5.010.613↑ 0,3% | 10.227.266↑ 2,5% | 1.333.988↓ 3,0% |
Valores do BigQuery (basedosdados) para consistência entre todas as colunas; a coluna "rede" da fonte tem lacuna conhecida em 2013
09 · Trajetória por coorte
O INEP acompanha coortes de ingresso por até dez anos. A jornada completa da turma de 2015, com recortes por rede e modalidade, está na página de 2015; o retrato mais recente da trajetória está na edição 2024.
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Fonte: Censo da Educação Superior 2022, INEP/MEC. Microdados agregados via BigQuery (dataset público basedosdados), tabelas "curso" e "ies", consultados em 30/08/2026. Série harmonizada pela basedosdados; totais de 2024 validados contra o Resumo Técnico oficial do INEP.